Afinal, quem pode ser um doador de rim?

Entenda o Transplante de Rim

O transplante renal, popularmente conhecido como transplante de rim, é um procedimento cirúrgico em que um rim sadio, advindo de um doador vivo ou falecido, é transferido para o organismo de um paciente renal crônico, em situação avançada. O novo rim permite ao paciente restabelecer a qualidade de vida, uma vez que as terapias substitutivas, as diálises, deixam de ser necessárias.

A indicação para a cirurgia renal é sempre feita pelo médico nefrologista, após uma minuciosa avaliação e diagnóstico do paciente.

Quem Pode Ser Um Doador de Rim?

O doador pode ser vivo ou falecido. Neste último caso, os rins são removidos após a morte do doador ser confirmada e a permissão de parentes ser concedida. O doador, mesmo falecido, será examinado, de modo a confirmar que os rins são saudáveis e estão aptos a serem transplantados para o paciente receptor.

Os rins são transplantados em receptores com maior compatibilidade sanguínea ao doador, para que o risco de rejeição seja menor. O doador falecido deverá ter comunicado em vida a vontade de se tornar um doador e o receptor deverá estar inscrito na lista de espera, na Central de Transplantes do estado em que se encontra ou que pretende realizar o transplante.

O critério para a escolha do receptor será o tempo de espera na lista e a compatibilidade com o doador. Isso será válido também para doadores vivos.

Nesse caso, qualquer pessoa, mesmo que não seja parente do receptor, poderá ser um doador. Basta o desejo voluntário e espontâneo, além de uma autorização judicial para que o transplante ocorra. Semelhante ao caso anterior, são feitos diversos exames para atestar o bom funcionamento dos rins e da saúde do doador.

O Doador Vivo Corre Algum Risco?

Esta é uma dúvida bastante comum. Afinal, é possível viver com apenas um rim? A resposta é afirmativa. As funções renais podem ser realizadas normalmente por apenas um órgão, semelhante ao que já acontece com quem nasce com apenas um rim ou sofre a perda de um dos órgãos em decorrência de alguma doença ou acidente.

O risco para o doador vivo é o mesmo que qualquer cirurgia oferece, independentemente de ser ou não um transplante. Por isso, são feitos exames pré e pós-operatórios, no intuito de diminuir quaisquer complicações que possam surgir.

O Rim Transplantado é Permanente?

Isso irá depender do histórico de saúde do receptor. Alguns permanecem sem complicações durante anos, enquanto outros por menos tempo. O uso correto dos medicamentos imunossupressores (que inibem a rejeição do órgão), junto com as condições em que o transplante foi realizado e o pós-operatório também poderão influenciar.

Qualquer problema, desde que diagnosticado com antecedência, poderá receber o tratamento adequado, prolongando a vida do órgão transplantado e a qualidade de vida de seu receptor.

Restou alguma dúvida? Deixe nos comentários ou entre em contato.

 

 

2 thoughts on “Afinal, quem pode ser um doador de rim?

    1. Ola tudo bem ate onde eu sei quem tem diabete leve ou controlada pode ser doador mas tem que ter aprovação dos médicos envolvidos, quem tem diabete descontrolada ou faz uso de insulina não é aceito no cadastro de doadores ok // Obrigado por ler os artigos

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