Como o transplante renal pode tornar-se um recomeço na vida de alguém?

Os rins fazem parte de uma função orgânica muito importante no nosso organismo, que é filtrar as substâncias e toxinas presentes em excesso e excretá-las através do sistema urinário. No decorrer do tempo, pode ocorrer de problemas renais se desencadearem, alguns com tratamentos capazes de restabelecer as funções do sistema excretor e outros mais graves, que evoluem de forma gradativa e cujos tratamentos não possuem a eficácia desejada.

Para entender mais sobre o assunto, continue a leitura deste artigo.

Sobre a gravidade da Insuficiência Renal

Nesse processo de insuficiência renal o paciente apresenta dores muito intensas e a doença tende a se agravar de forma trágica, comprometendo a vida do indivíduo e podendo levá-lo a morte. Ao parar de funcionar esse sistema retém, dentro do organismo, todas as toxinas que deveriam ser eliminadas e isso é nocivo para a saúde e qualquer pessoa. Por se tratar de órgãos vitais, os rins, quando têm sua falência total, levam o paciente a óbito.

Para que isso não aconteça é possível que se faça o transplante de rins, no qual um doador (podendo ser vivo ou falecido), doa o órgão que é substituído por aquele que apresenta insuficiência. Com esse acontecimento, a doença é uma espécie de recomeço, uma nova vida que se inicia. O paciente passa por um período de autorreconhecimento em um novo ciclo que se inicia e embora seja preciso tomar alguns cuidados durante a recuperação, tem a oportunidade de continuar vivendo novas conquistas na sua vida.

Pós-operatório

Um transplante só será bem-sucedido quando o órgão substituto estiver saudável e em condições adequadas de preservação, para que não haja rejeição após a cirurgia durante o período de recuperação. Alguns exames são realizados para confirmação de que o órgão pode ser utilizado sem causar danos graves ao organismo em que está sendo implantado.

Após a cirurgia, que dura em torno de 4 a 6 horas, o paciente deve, por um período de 3 meses, ter uma alimentação regrada, não realizar esforços e nem atividades físicas, para que seu organismo possa, enfim, retornar aos seus hábitos comuns e funcionamento adequado.

Possíveis complicações

Há casos em que uma série de eventos pode gerar algumas complicações pós-operatórias:

  • O paciente deve permanecer em observação médica, pois o órgão pode sofrer rejeições pelo corpo do paciente.
  • Em casos de pacientes que não têm os devidos cuidados com o local onde a cirurgia sucedeu, podem surgir infecções internas ou externas, o que pode tornar o quadro clínico do paciente um agravo generalizado.
  • Pode acontecer de o paciente sofrer de obstrução urinária.

É necessário que o paciente se atente aos sinais e procure por seu médico em caso de febre acima dos 38 graus, dificuldades e ardências ao urinar, inchaços e uma coloração avermelhada na região onde a ferida se encontra.

Para que se tenha o cuidado devido com o paciente após a cirurgia, é necessário, inclusive, que ele não fique no mesmo espaço de pessoas doentes ou com infecções, com a finalidade de ter uma recuperação satisfatória e benigna.

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