Descobri que preciso de um transplante renal, e agora?

Se você recebeu diagnóstico relacionado às falhas no sistema renal e vai precisar de um transplante, pode estar um pouco perdido ou confuso. Isso ocorre porque os rins não são um assunto tão disseminado pela mídia, por isso poucos têm conhecimento do que fazer ou do que irá acontecer a partir de agora. Fique tranquilo, pois selecionamos várias informações importantes sobre os transplantes, veja!

O que significa e porque ocorre o transplante renal Os rins são os responsáveis pela filtragem de resíduos do nosso corpo, o sangue passa constantemente por esses órgãos para ficar livre dessas substâncias indesejadas. O que é retirado sai facilmente por meio da eliminação na urina.

Quando há um problema nesse sistema, é preciso tomar atitudes para não causarem quadros mais complicados no corpo do paciente. Se o órgão não possui condições de ser consertado, digamos assim, ele deve ser retirado ou substituído, tais casos são chamados de doença crônica renal avançada.

Em razão de termos dois, é possível viver com um rim saudável tranquilamente. Os transplantes acontecem quando o paciente não tem outro rim saudável para fazer o trabalho de filtragem no organismo. Quais são os possíveis doadores Há algumas opções específicas para doadores fornecerem os rins, por conta da compatibilidade. Pode ser um parente próximo, vivo, como pais, irmãos ou filhos.

A origem genética nesses casos favorece o grau de compatibilidade, salvo se o possível doador já estiver com problemas renais. É possível também testar outras pessoas disponíveis para ver se existe a probabilidade de doação, como amigos ou outros parentes, por conta da dificuldade de encontrar doadores, porém nesses casos é mais difícil encontrar pessoas com órgãos que sejam compatíveis.

A última alternativa é um doador morto, que faleceu por causas que não estão relacionadas aos problemas renais. O maior problema nessas situações é a pouca frequência de doações em relação à lista de necessitados.

Algumas pessoas não autorizam ou o doador não deixou claro o seu desejo de doar órgãos antes de morrer. Como é o procedimento cirúrgico. Quando estiver com o seu cirurgião, faça todas as perguntas necessárias, tire suas dúvidas antes do procedimento. É uma cirurgia relativamente rápida, porém, como todo procedimento invasivo, pode apresentar complicações.

As contraindicações são para pessoas com doenças hepáticas, cardiovasculares ou infecciosas em situação não controlada, ou ainda, em estado de severa desnutrição.

Primeiro, o paciente recebe a anestesia geral, o corte é realizado no abdômen inferior, ocorre a retirada do rim doente para inserção do saudável. É conectada a artéria e veia do órgão à artéria e veia da pelve do paciente. O médico faz também a conexão entre o ureter e a bexiga. Alguns testes são realizados para confirmar o sucesso dos ligamentos, tendo sucesso, o paciente é fechado e a cirurgia está encerrada. A complicação mais comum e mais indesejada é a rejeição do órgão pelo organismo do transplantado, para evitar isso, o paciente é acompanhado e faz uso de medicamentos imunossupressores buscando evitar a possibilidade de rejeição do órgão que recebeu.

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