Quatro conselhos para reduzir o risco de rejeição ao transplante dos rins

O transplante de rim, naturalmente, como qualquer procedimento de transplante, necessita que alguns cuidados sejam verificados. Você sabe como funciona um processo de transplante de rim? Sabe em que ocasião ele é realizado? Calma, você entenderá um pouco mais a respeito disso.

O transplante de rim é a substituição daquele que está doente por um que esteja saudável de um doador. Trata-se de um método mais barato e efetivo para solucionar o problema de pacientes que estejam passando por insuficiência renal crônica terminal. Este novo rim deverá ser capaz de substituir com eficácia os outros dois que pararam de funcionar.

Estamos falando de uma técnica cirúrgica que é utilizada desde 1965 e que tem tido um número cada vez maior de pessoas submetidas a ela, em território nacional.

Ainda que seja um procedimento que conta cada vez mais com uma tecnologia avançada e com bons profissionais para efetuá-lo, existe sempre a possibilidade de rejeição.

Nas próximas linhas, enumeraremos alguns dos principais conselhos para evitar que isso ocorra e para que o paciente possa desfrutar de boa saúde após a intervenção clínica.

X conselhos para reduzir a rejeição ao transplante dos rins

Veja dicas que ajudarão a reduzir a rejeição após o transplante de rim

1# – Fazer exames com regularidade logo após a cirurgia

Essa é uma dica imprescindível para quem acaba de fazer um transplante. Se for o caso de rejeição, isso acabará se manifestando com o tempo. A melhor maneira de se precaver diante disso é realizar os devidos exames.

Após o procedimento cirúrgico, o paciente deverá iniciar os cuidados médicos, que precisarão durar durante toda a vida da pessoa. Em relação aos primeiros dias após a cirurgia, isso deverá ter ainda mais rigor.

Exames clínicos e laboratoriais deverão ser realizados diariamente entre os primeiros 15 a 20 dias. Isso facilitará muito na questão dos diagnósticos e de possíveis necessidades de se prevenir as temidas rejeições.

2# – Fazer exames com regularidade mesmo depois da alta

Dando continuidade ao item anterior, mesmo após o período de alta, o paciente transplantado deverá seguir com rigor as ordens médicas quanto à necessidade de providenciar os exames.

De início, o médico seguirá um período de uma semana para os pedidos; posteriormente, passará para 30 dias; depois, a cada dois meses e assim por diante. O importante é reiterar que uma atenção frequente deverá ser sempre disponibilizada. O período o médico estipulará para você.

Os primeiros três meses são os mais delicados, pois 75% dos casos de rejeições por complicações infecciosas ocorrem durante este período.

A partir do terceiro mês, os exames serão feitos mensalmente durante seis meses. O controle será mais espaçado na medida em que o paciente e o funcionamento do rim forem evoluindo clinicamente.

3# – Atenção aos medicamentos

Nunca, jamais, em hipótese alguma o paciente que tiver sido submetido a um transplante de rim deverá negligenciar a medicação que for prescrita pelo médico. Isso poderá ser muito prejudicial para o tratamento, causando inclusive maiores possibilidades de rejeição. Portanto, nada de deixar de tomar ou tentar trocar a medicação por sua conta.

E também é importante salientarmos que não estamos falando apenas do começo, mas mesmo de pacientes que já fizeram o transplante há bastante tempo. Em qualquer momento, o descuido com medicamentos pode ser fatal.

4# – Atente-se a alguns sintomas

Além dos exames bem feitos, também é fundamental se atentar a alguns detalhes para tomar as providências o quanto antes e aumentar as chances de amortizar o problema da rejeição.

Dores e inchaços, febre, diminuição da urina, dores ao urinar, tosse com falta de ar, mal-estar, aumento de pressão arterial, tudo isso precisará ser comunicado ao médico prontamente para que ele analise se é ou não um processo de rejeição.

É importante ressaltar que a rejeição, em algum grau, sempre será esperada. A maioria dos pacientes costuma passar por isso na primeira e na segunda semana após o transplante, mas em muitas vezes ela é curada a partir da atenção a esses quatro pontos que ponderamos.

Se você está passando por alguma situação em que será necessário um transplante de rim ou tem algum familiar ou amigo nessa situação, esperamos que o texto possa ajudá-lo com esclarecimentos sobre o assunto. Se você ainda estiver com alguma dúvida referente ao processo, encaminhe-nos pelos comentários, pois responderemos pontualmente e de maneira bem rápida.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Open chat
%d blogueiros gostam disto: