Como funciona o transplante de rins

Quem aí quer saber um pouco mais sobre transplante de rins? Neste artigo, você poderá sanar todas as suas principais dúvidas a respeito do assunto. O material responderá alguns dos questionamentos mais frequentes, procurando explicar riscos e necessidades que cercam o tema.

Você já ouviu falar sobre o procedimento de transplante de rins? Sabe como funciona? Sabe em que momento ele precisa ser feito?

Neste texto, ajudaremos a esclarecer as informações a respeito deste assunto. O transplante renal surge como uma alternativa para o tratamento de pacientes que costumam sofrer de qualquer doença renal crônica em estágio avançado.

Em uma cirurgia de transplante de rim, um rim totalmente em boa saúde, de uma pessoa ainda viva ou já falecida, é doado para outra pessoa que seja portadora de alguma doença, conforme falamos no parágrafo anterior.

Com a cirurgia, o paciente que tem o rim implantado passa a contar com um órgão em melhor estado para desenvolver as funções de filtrar e eliminar líquidos e toxinas.

Trata-se da medida considerada mais eficiente para a solução de tais problemas, melhorando a qualidade de vida e conferindo maior autonomia ao dia a dia do paciente.

Quer saber um pouco mais sobre o procedimento? Confira nas próximas linhas.

Como funciona o transplante de rins

Tudo o que você precisa saber sobre o transplante renal

1# – Quem precisa passar por essa intervenção?

Como já adiantamos na introdução, transplante de rim é coisa para quem está em situação bem crítica em relação a esse órgão: pacientes com doenças renais crônicas em estágio bem avançado.

Além disso, a indicação do transplante precisa ser feita após o nefrologista, médico especialista, ter avaliado devidamente o paciente. Nessa avaliação, ele deverá analisar exames de urina, de sangue e de imagem.

2# – É preciso fazer diálise antes do transplante de rim?

Não é uma obrigatoriedade.

Caso o paciente já esteja passando por tratamento e acompanhamento desde o início do descobrimento da doença, será possível programar o momento para providenciar o transplante. No entanto, é preciso que tenha um doador vivo.

É necessário ressaltar que como estamos falando de uma doença silenciosa e que muitas vezes só é descoberta em estágios já bastante avançados, algumas vezes não é possível programar o tratamento que seria preciso, por falta de tempo.

Nestes casos, muitas pessoas que começam a apresentar a doença passam primeiro pela hemodiálise, também chamada de diálise peritoneal. Depois disso, elas são inscritas na lista para transplante de rim ou recebem o órgão de algum doador vivo.

3# – Quais as contraindicações para o transplante?

Se você está atrás de informações a respeito, para saber se pode ou não passar pelo transplante, este é o item que vai esclarecer suas dúvidas, portanto, leia com atenção.

As contraindicações estão intimamente ligadas às condições de saúde do paciente, assim como ocorre em qualquer outro tipo de cirurgia.

Aqueles que são portadores de doenças hepáticas, infecciosas, cardiovasculares e que não as tenha controladas devem tomar muito cuidado com esse tipo de operação. Também pacientes que não estejam nas devidas condições de nutrição, que sofram com problemas ligados ao álcool e outras drogas ou com distúrbios psiquiátricos precisam ficar atentos, pois tudo isso pode comprometer a utilização bem feita de medicamentos que devem ser ingeridos no período após a cirurgia.

4# – Quem pode doar um rim? Essa pessoa corre algum risco?

No caso do doador falecido, os rins podem ser retirados após o diagnóstico de morte cerebral. Exames precisarão atestar que o órgão está em bom estado. Na hipótese do doador vivo, também serão feitos exames com a mesma finalidade. Essa pessoa só precisará manifestar o desejo de livre vontade em ser doador.

Em relação à segunda pergunta, qualquer pessoa que se submete a uma cirurgia, sendo anestesiada, corre algum tipo de risco. No entanto, tudo isso foi bem amenizado com o tempo, na medida em que técnicas pré-operatórias e avanços anestésicos e cirúrgicos foram alcançados.

E aí, esclareceu suas principais dúvidas sobre o procedimento, as consequências e os motivos do transplante renal? Ainda restou algum questionamento? Pois então não deixe de nos encaminhar pelos comentários para que possamos ajudá-lo com esclarecimentos rápidos e pontuais.

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